11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Amparada na Vale e Petrobras, Bovespa carrega alta de 0,34%; dólar vai a R$ 1,685


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A Bovespa oscilou ontem, reagindo ao forte noticiário do dia - medidas de enxugamento de liquidez aqui no Brasil e dados fracos de emprego nos EUA. O índice à vista acabou fechando próximo da estabilidade, em leve alta, de 0,34%, aos 69.766,09 pontos, após oscilar entre uma baixa de 0,84% e valorização de 0,63%. O giro financeiro atingiu R$ 5,94 bilhões. Na semana, a Bolsa carrega alta de 2,25%.

Não fossem os papéis das empresas líderes, Vale e Petrobras, a Bolsa brasileira teria enveredado pelo caminho de baixa, a exemplo do mercado norte-americano. Vale PNA subiu 0,91% e a ON, 1,25%, em parte pela expectativa de aumento do preço do minério de ferro e também pela informação de que o Planalto deve dar uma trégua até março na guerra que trava com o presidente da companhia, Roger Agnelli. Petrobras registrou no encerramento do pregão ganho mais vistoso. A PN avançou 1,18% e a ON,1,58%.

Mas o foco principal das atenções ontem na Bovespa foram as ações do setor bancário e do varejo, que amargaram quedas acentuadas, reagindo à decisão do governo de reduzir a oferta de crédito e de exigir mais garantias das instituições financeiras ao fazer empréstimos. As units do Santander caíram 3,30%, segundo pior desempenho do Ibovespa. Segundo analistas, Santander sofre adicionalmente o fato de ser uma instituição espanhola, num momento de muitas dúvidas em relação à solvência fiscal do país. Banco do Brasil ON perdeu 2,66%; Bradesco PN, 2,02%% e Itaú Unibanco, 1,54%. No entanto, a percepção é de que esse impacto negativo deve ser passageiro, pois os bancos deverão compensar esse aumento de compulsório com elevação de taxas de juros.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,65%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,65% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,58% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,55%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,34%

Volume: R$ 5,94 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o dia de ontem com uma alta de 0,34%, aos 69.766,09 pontos e com um giro financeiro deR$ 5,94 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subia a 0,18% e o índice Nasdaq, avançava a 0,46% às 18h59 de ontem.

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OURO

Ouro/grama: R$ 84,50

Variação: baixa de 0,47%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou a sexta-feira negociado a R$ 84,50, com uma queda de 0,47% em comparção com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,412,95, alta de 1,63%.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,685

Variação: queda de 1%

O dólar comercial terminou o dia de ontem com uma baixa de 1%, valendo R$ 1,683 na compra e de R$ 1,685 na venda. O dólar paralelo apresentou uma desvalorização de 1,06%, negociado a R$ 1,770 para a compra e a R$ 1,86 para a venda. O dólar turismo recuou 0,55%, cotado a R$ 1,673 na compra e a R$ 1,797 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em janeiro fecharam a R$ 1,699,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,53%. O Índice Bovespa Futuro subiu 0,42% aos 69.970 pontos. Ao término da negociação normal, entre os contratos curtos, o DI de janeiro de 2011 caía para 10,68%, com 2.133.980 contratos; o de abril 2011 cedia para 11,07%, com 437.075 contratos; o de julho 2011 recuava para 11,57%, com 290.830 contratos; o DI janeiro 2012 cedia a 12,05%, com 762.635 contratos. Nos contratos de vencimento longo as taxas buscaram patamar próximo da estabilidade depois de se mostrarem em alta até o início da tarde. O juro do DI janeiro 2013 manteve-se em 12,36%, com 370.545 contratos; o de janeiro 2014 ficou em 12,21%, com 22.175 contratos; o do DI de janeiro 2017 foi a 11,99%, com 19.795 contratos; e o DI janeiro 2021 subiu a 12,02%, com 7 mil contratos.