11 de julho de 2026
Polícia

FOB não sabe informar se câmeras estavam ligadas durante o roubo

Vitor Oshiro
| Tempo de leitura: 1 min

A polícia ainda não tem a identificação dos homens que roubaram anteontem à tarde um posto de atendimento do Banco do Brasil dentro do câmpus da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) na Universidade de São Paulo (USP), em Bauru. Na noite de ontem, a reportagem acionou a assessoria de comunicação da FOB/USP para saber sobre as filmagens das câmeras de vigilância do câmpus. A assessoria apontou que, por questão técnica, não poderia confirmar, até o fechamento desta edição, se as câmeras conseguiram filmar a ação dos assaltantes ou mesmo se estavam funcionando no momento do roubo.

Segundo o delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) Carlos Alberto Gomes Alves da Silva, os funcionários do banco começarão a ser ouvidos hoje para tentar a localização dos suspeitos.

O roubo aconteceu por volta das 14h, em plena luz do dia, quando quatro homens armados entraram no posto de atendimento da Faculdade de Odontologia e renderam funcionários e clientes. Ao todo, aproximadamente 25 pessoas foram feitas reféns. Segundo o delegado, a quantia levada pelos ladrões ainda não foi informada.

Junto com a Polícia Civil, trabalha também a PM com seu setor de inteligência. O capitão Flávio Jun Kitazume, coordenador operacional do 4º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM-I), afirmou que estão sendo colhidos os depoimentos para tentar identificar os suspeitos.

Ele explica que, feito isso, poderá ser traçada uma linha de investigação sobre possíveis suspeitos fora de Bauru e região. “Estamos analisando para descobrir de onde os assaltantes vieram. Com base nas descrições, estamos tentando traçar se eles eram da região ou não. Já estamos procurando, inclusive, roubos semelhantes fora dessa área para analisar o modo de operação e os suspeitos”, completa.