10 de julho de 2026
Economia & Negócios

Funcionários da Fundação Casa vão suprir ausência de seguranças

Vinícius Lousada
| Tempo de leitura: 1 min

A Fundação Casa vai contar com seus agentes de apoio socioeducativos para a realização dos trabalhos de segurança da Unidade de Internação (UI) e Internação Provisória (UPI) a partir de hoje. Eles vão trabalhar em esquema de escala para suprir a falta de funcionários da empresa Sepatri, contratados para essa função, mas que serão proibidos de ingressar nas unidades caso não estejam adequados às normas técnicas previstas no contrato (uniformes, crachás de identificação, entre outros).

De acordo com a Fundação Casa, nos últimos dois meses, a empresa Sepatri tem apresentado problemas de regularização às normas estabelecidas no contrato de serviço. "Apesar de todos os prazos e negociações realizadas no período, foi necessário impor a data limite", afirmou a Fundação em nota de esclarecimento.

A assessoria Jurídica da Fundação estuda a aplicação de multa pelas cláusulas não cumpridas, além de poder reincidir o contrato e inserir a empresa na lista de não prestadores de serviço para o Estado de São Paulo.

A Fundação Casa alega que a segurança das unidades, que conta com 88 adolescentes (72 internados e 16 em internação provisória) não será prejudicada e que os agentes socioeducativos que cobrirão os postos de trabalho de funcionários da empresa contratada vão receber pagamento de horas extras.