A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Bauru instaurou inquérito para apurar o caso de uma criança de 1 ano que teria engolido maconha e foi atendida no Pronto-Socorro Infantil (PAI) de Bauru na última segunda-feira. Apresentando sonolência e apatia, ela passou pela triagem, mas nem chegou a receber tratamento. Ao desconfiar de que a polícia poderia ter sido acionada, a tia da criança a retirou da sala de emergência e fugiu, acompanhada da mãe e da avó do bebê, além de outras três mulheres.
E é localização da família que a DDM está tentando descobrir. No prontuário do PAI, constam apenas os nomes da mãe e da criança, mas nenhum endereço ou telefone. A informação é de que se trata de uma família de ciganos. A família relatou à enfermeira que a criança engoliu maconha que o avô teria deixado cair no chão ao fazer um cigarro da droga.
"Vamos tentar levantar o endereço, mas não temos nem o RG da mãe", frisou a delegada Flávia Ueda. Outra dificuldade, frisa, é que não foi coletado material do estômago da criança para que fique provado se realmente ela engoliu droga.