O delegado Renzo Santi Barbin foi afastado de seu trabalho no núcleo da Corregedoria da Polícia Civil de Bauru. Ele é um dos quatro envolvidos no caso da escrivã que, após constatada suspeita de recebimento de propina, foi despida à força na Delegacia de Parelheiros, em São Paulo.
Juntamente com outros dois delegados, Barbin aparece no vídeo da prisão em flagrante de V.F.S.L. O caso ocorreu um junho de 2009, quando a escrivã foi acusada de receber R$ 200,00 para favorecer um suspeito de portar munição.
De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Renzo Santi Barbin, que veio trabalhar na unidade de Bauru depois de sair de Parelheiros, está afastado de qualquer atividade na Corregedoria desde a decisão tomada no início dessa semana pelo secretário Antônio Ferreira Pinto. O afastamento ainda não foi oficializado no Diário Oficial.
O titular da divisão de Operações Especiais da época, Emílio Antonio Pascoal, também será alvo do mesmo processo, uma vez que, de acordo com o entendimento do secretário, "concorreu para o desfecho daquela intervenção policial".
No vídeo de 12 minutos, a escrivã diz que os policiais poderiam revistá-la, porém, somente tiraria a roupa para policiais femininas. Entretanto, sem a presença de qualquer investigadora da Corregedoria, os homens rtiram a calça e a calcinha da mulher. Após encontrar o dinheiro supostamente de origem ilícita, ela foi demitida da Polícia Civil, porém, recorre da decisão.