Nossas autoridades em quem depositamos nossa confiança através do voto democrático, que o nosso excelentíssimo prefeito, Rodrigo Agostinho, sua secretária de Gabinete, Gisele Moretti, e o nosso secretário da Sear, Ricardo Oliveira, simplesmente e sem a menor cerimônia "assassinaram" a democracia.
Agostinho destituiu do cargo o presidente da AM do bairro Ferradura Mirim, eleito democraticamente pelos moradores. Depois de destituir o verdadeiro presidente da associação do bairro, sem motivo, causa, razão ou circunstância, ele nomeou sua funcionária de gabinete (Gisele Moretti) a nova presidente sem voto e sem concordância da população do bairro Ferradura Mirim.
Será que voltamos à época da ditadura? A opinião pública e popular parece não interessar ao prefeito de Bauru. Não podemos deixar que atitudes assim como essa fiquem sem ser apuradas. Afinal de contas, não podemos deixar que anos de luta contra a ditadura e repressão sejam esquecidos, pois centenas de brasileiros derramaram seu sangue para que hoje pudéssemos desfrutar de uma nação democrática e sem opressão.
Por respeito ao sangue derramado dessas pessoas, não podemos deixar que sejam esquecidos, deixando que atitudes como essa dos nossos governantes passem despercebidas.
Para onde foi parar a verba disponibilizada para a nova suposta presidente Gisele Moretti, que agora se encontra sob suspeita de fraude, mas continua sendo a funcionária de confiança do prefeito Agostinho? Esperamos uma resposta de nossas autoridades em quem depositamos nossa confiança.
Como se não bastasse todos os erros cometidos pela administração de Gisele Moretti, começaram a cobrar taxas abusivas para a população ter o direto de usar o centro comunitário. Tanta luta para trazer o centro comunitário para nossa comunidade e hoje ele permanece fechado à mercê de Gisele Moretti e suas necessidades. Até quando nossas autoridades fecharão os olhos para os esquemas políticos e de interesses particulares? Esperamos providências.
Flávio Soares da Fonseca