09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

SEGURANÇA EM PORTA GIRATÓRIA


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Venho por meio deste testificar e retratar-me sobre o retorno recebido no domingo (6/3/2011) sobre a excelentíssima assessoria de imprensa da Caixa - Regional Bauru, pois em menhum momento eu, Valdirene J. de Castro, me recusei da revista à minha bolsa e, por isso, mostrei a mesma (bolsa) em cima do balcão, que, por sinal, o segurança tinha vistado a bolsa por três vezes consecutivas (não contendo mais nada no seu interior. Ainda pedi ao mesmo que ficasse com a bolsa para eu entrar ao banco, mas ele não se conteve e chamou a gerente.

Também jamais menciono a Lei 7.102/83 - e sei como qualquer "brasileiro" sabe que é por motivo de segurança, mas não aceitei a maneira pela qual fui tratada - mas todos os fatos serão esclarecidos, pois o cliente deve ser protegido, mas também respeitado.

Quanto á forma colocada de as pessoas utilizarem quaisquer tipos de vestimentas (tanto íntimas), como bolsas, cintos, isto é a liberdade de ir e vir - que graças a Deus temos neste mundo. Nenhum cliente concordará com esta versão - visto que o cliente por exemplo está trabalhando e tem por suas obrigações legais ir ao banco, por conta disto terá que se despir primeiro! Somos trabalhadores e não temos somente o acesso ao banco para fazer naquele momento... Isso é o cúmulo.

Não há contestação nenhuma sobre a questão segurança - quero que isto fique bem claro, mas sim a forma de tratar as pessoas frente ao público - como já disse anteriormente - talvez treinamento com o pessoal, etc seja um caminho. Outro fato que me chamou a atenção é que estive em outros bancos no mesmo dia (25/2 - sexta), corrigindo a data colocada na matéria anterior, e não tive nenhum problema de acesso sequer nehum tipo de exposição, vexame, transpassei a porta giratória na maior tranquilidade.

Sou cliente da Caixa Econômica Federal, eu e meu esposo, e sei que a Caixa tem por obrigação proteger clientes, empregados e patrimônio. Que isto seja refletido pelas autoridades competentes e todos os clientes.


Valdirene J. de Castro