08 de julho de 2026
Articulistas

Liberdade, igualdade e fraternidade

Rafael Ribeiro
| Tempo de leitura: 2 min

Caros leitores, através deste artigo, ressalto a importância dos princípios universais proclamados na Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade, também instaurados na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Nos últimos meses, nos deparamos com conflitos violentos no mundo árabe. Essa situação nos leva diretamente a compreender o quão abrangente é o significado destas três palavrinhas.

No Art. 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 1948, diz: "Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação uma às outras com espírito de fraternidade".

Sendo assim, faço uma associação do Art. 1 ao fato citado no primeiro parágrafo. Os conflitos ocorridos no mundo árabe que visam a queda de regimes autocráticos naquela região têm sido de fundamental importância para o desenvolvimento de um mundo mais pacifista e globalizado, no qual todos têm direito. Estes conflitos, liderados por jovens em sua maioria, fortaleceu o ideal de democracia, até então obscuro por ditaduras violentas e radicais. As manifestações populares ganharam força e, contando com a ajuda "interesseira" de outros países no potencial petrolífero da região, alguns países árabes conseguiram derrubar seus governos autocráticos.

Todos nós temos o direito de viver em um país onde nossa voz seja propagada ao mais alto dos decibéis, e que os interesses políticos, econômicos e sociais não fiquem centrados nas mãos de uma única classe. Você, leitor, sabe o que significa democracia? Do grego, demo = povo; cracia = governo. Poxa vida, um governo para o povo, certo? E por que vivemos em um mundo em que não somos vistos, ouvidos e compreendidos? Façamos igual aos árabes, que "eles" nos vejam, nos escutem e nos compreendam. Entendo que seja uma visão de um internacionalista idealista que se dedica a estudar a sociedade internacional afim de obter conhecimento e buscar uma possível solução nas divergências políticas, econômicas e sociais em todo planeta.

Não precisa estudar absurdamente para compreender os princípios liberdade, igualdade e fraternidade. Olhem para seus pais, filhos e netos. Estes princípios são inatos, precisa apenas de um pouco mais de combustível (Vontade de Mudar) para acender ainda mais a chama da democracia.

Espero ter alcançado meu objetivo neste artigo, que é mostrar a vocês, caros leitores, que é possível mudar não só nosso país e também nosso planeta. Disse Max Gehringuer: "O que eu faço é uma gota no oceano, mas sem ela o oceano é menor", espero que outras gotas apareçam depois da leitura! Agradeço ao JC pela oportunidade e aos leitores pela devida atenção.


O autor, Rafael Ribeiro, é aluno de relações internacionais Iesb-Preve