Os vereadores voltaram a cobrar uma posição da prefeitura para a crise no atendimento da saúde na cidade. Moisés Rossi (PPS) foi um dos mais contundentes e criticou não só o projeto de convênio entre prefeitura e a Fundação UNI para os serviços de plantões no Pronto-Socorro do Jardim Bela Vista, como teceu duras críticas ao secretário Fernando Monti. Fabiano Mariano (PDT), Marcelo Borges (PSDB) e Paulo Eduardo de Souza (PSB) pediram soluções rápidas.
Para Rossi, quando o secretário elaborou o projeto para o convênio, teria jogado a toalha. "Quem está há dois anos no comando da pasta não pode fazer um contrato emergencial para um convênio, repassar o atendimento para uma mepresa. Isso é admitir que falhou. E ele vai continuar na pasta?", criticou.
O prefeito Rodrigo Agostinho ressaltou que não voltará atrás na decisão de firmar o convênio. "Na minha cabeça, em primeiro lugar é vem o atendimento à população. A questão de como será atendida, se por uma entidade conveniada, da rede, é uma discussão secundária", afirmou.
Ele também explicou que a prefeitura vai abrir novos concursos públicos para a contratação de médicos. Até lá, precisa assegurar o atendimento no PS da Bela Vista. Ele também afirmou não ter intenção de mexer na secretaria de Saúde. "Tenho plena confiança no trabalho do Fernando Monti. Não é porque falta médico que eu vou jogar a culpa no secretário", ressaltou.