08 de julho de 2026
Nacional

Força do pensamento pode prolongar a vida

Bruna Dias
| Tempo de leitura: 2 min

O ex-vice-presidente da República José Alencar foi para muitas pessoas um exemplo real do amor incondicional pela vida. Outro grande objetivo do empresário, também espelho de perspectiva de futuro, era o de ver o Brasil crescer. Foi dessa forma que José Alencar conseguiu sobreviver por 13 anos com tumores devastadores em seu organismo.

Para a psicóloga Olga Aparecida Paulo, a força do pensamento positivo e a esperança de vencer a doença foram alguns dos motivos que fizeram com que a vida de Alencar se estendesse. "Com certeza ajuda. O nosso cérebro funciona de tal forma que nós podemos mandar mensagens para o nosso corpo que podem fortalecer alguns casos de doença. O que em outros aspectos as pessoas chamam de milagre, ou de pensamento positivo. Isso nada mais é do que a força do nosso cérebro", afirmou.

Ter uma religião, acreditar em algo para que esse apego também ajude nessa luta, pode ser crucial para a intenção a ser alcançada ou até à cura em alguns casos, o que a medicina costuma renegar. "Seja qual for o nome que será utilizado nessa intercessão, o que vai agir é a força do pensamento positivo. Aquela ideia: eu quero viver e quero recuperar para realizar planos ou criar os filhos, por exemplo, faz com que essa energia emita uma mensagem fortalecedora", acrescentou.

Pensar positivo em muitos casos então pode ser considerado sinônimo de vitória. Olga já presenciou pacientes em situações semelhantes que não chegaram à cura, assim como o ex-vice-presidente, mas conseguiram realizar sonhos e atingirem objetivos sem serem vencidos antes pela doença.

"O pensamento positivo muitas vezes não tem o poder de acabar com uma doença. Mas a pessoa pode sim prolongar a vida e ter uma qualidade de vida maior por conta dessa energia, eu já vivi casos. Esta situação em questão inclusive não foi só para a pessoa, mas também para as que ela convivia e acabou motivando outras pessoas. A pessoa que não tem uma positividade diante de uma doença acaba perecendo com mais rapidez", finaliza a psicóloga. "