07 de julho de 2026
Turismo

Cusco é mágico


| Tempo de leitura: 3 min

Pouco menos de duas horas de voo separam Lima de Cusco, porta de entrada para o Vale Sagrado dos Incas, uma das cidades mais altas do mundo.

Por conta disso o ar é rarefeito e todo cuidado é pouco para você não estragar sua viagem.

Os guias vão logo informando: descanse assim que chegar no hotel ou alojamento pelo menos por duas horas antes de sair, tome chá de coca e não ingira bebida alcoólica. Senão.... danou-se!

Cusco tem edifícios admiráveis que agregam o talhado preciso de pedras com portas colossais, fortalezas e conventos, uma praça cujo piso reluz de tão limpo e, também, noites animadas. Boate é o que não falta no circulo central de ruas pavimentadas de pedras.

Depois de dois, três dias em Cusco, parta, de trem ? único meio de transporte ? para conhecer o Vale Sagrado dos Incas e Machu Picchu, seu principal cartão postal que oferece um dos mais belos monumentos arquitetônicos da terra.

Como há muito mais para ser visto e curtido nesse país privilegiado pela natureza que concentra uma grande riqueza natural, cultural e humana, viaje com a gente.

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Lima ? cultura e arqueologia


Muito antes da chegada dos espanhóis, a cultura lima alcançou seu esplendor e teve seu principal centro de ocupação em Pachacamac, sítio arqueológico aberto à visitação situado a cerca de 40 quilômetros de onde está estabelecida a capital do país.

O local conta com boa infraestrutura e é bastante frequentado por turistas e estudantes. No centro de visitantes há um pequeno museu e uma lojinha de souveniers com itens originais, como quebra-cabeças com motivos históricos, culturais e, claro, arqueológicos.

Evidências indicam que a cidadela, fundada por volta de 1 mil a 1,5 mil anos atrás, reunia centros cerimoniais e concentrava grande número de habitantes. Contava com sistema de abastecimento por meio de aquedutos puxados diretamente de lençóis freáticos no subsolo. Havia também canais de irrigação artificiais, algo primordial numa região árida como a costa peruana.

A área total ocupa 4 hectares, dos quais apenas 20% foram escavados. No local, funciona um museu (pachacamac.perucultural.org.pe), que guarda cerâmicas e estátuas retirada do sítio arqueológico. Tais pesquisas resultaram em descobertas como a de que os setores considerados sagrados, assim como os de caráter administrativo, eram amuralhados. Templos, edificações nobres e cemitérios estão enfileirados pelo caminho aberto aos visitantes.

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O Templo do Sol


Principal atração de Pachacamac, o templo do sol fica em um plano elevado de frente para o mar e é um dos únicos locais em que turistas estão autorizados a caminhar, subir seus degraus e desfrutar a vista.

No entorno fica ainda o Palácio de Tauri Chumpi, assim batizado em tributo ao nome do último grande governante que teria vivido ali entre 1470 e 1533.

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Miraflores-Barranco para badalar


"Sair de boleto" é o termo usado pelos locais que tem o mesmo sentido de "cair na balada" para nós brasileiros. Peruanos e peruanas ficam até altas horas na balada paquerando e curtindo os bares da moda.

Durante esses encontros você descobrirá a hospitalidade peruana e como eles gostam da gente. E aprenderá, também um novo verbo: "piscotear".

Isso mesmo.

O combustível a base de destilado, limão e sal na borda do copo, renovável a cada bar, pub e discoteca encontrado no caminho.


Lima também conta com um belíssimo Centro Histórico memorável, com praças repletas de flores, limpas e convidativas e prédios seculares, herança da arquitetura inca e espanhola que a sucedeu.

Aproveite para curtir também outras atrações como Huacachina, Pachacamac e as praias do entorno, frias, bem diferentes das do Brasil banhadas por outro oceano, nesse caso o Atlântico.