? Jogo na quiçaça
Ontem, na sessão da Câmara Municipal de Bauru, foi comentado que o ônibus da Semel que deixou o time de futsal da FIB na mão, na semana passada, continua parado em um posto da Castelo Branco, sem ter sido rebocado ou consertado. Enquanto isso, um jogo do Amadorzão não foi realizado no campo do Núcleo Gasparini, no último domingo, porque as equipes se recusaram a jogar na invernada.
? Conselho aprovado
A Câmara aprovou ontem a instituição do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual, com votos contrários de Natalino da Pousada (PV) e Pastor Luiz Barbosa (PTB). Os representantes da Associação Bauru pela Diversidade (ABD) acompanharam a discussão da proposta e comemoraram a aprovação.
? Fundo para distritos
Também foi aprovada a criação de fundo voltado para aquisição de áreas e obras de infraestrutura para distritos e minidistritos industriais. José Roberto Segalla (DEM) votou contra, exibindo reportagem do Jornal da Cidade do último dia 17, que divulgava que não são somente a doação de área e incentivos tributários que atraem a fixação de indústrias nas cidades.
? Crítica a empresa
Fabiano Mariano (PDT) criticou a empresa que está construindo habitações do projeto Minha Casa Minha Vida no Parque Roosevelt. Ela retirou caminhões de terra de uma área da prefeitura destinada à construção de uma praça. O líder do prefeito na Câmara, Renato Purini (PMDB), explicou que a prefeitura e a empresa já tiveram duas reuniões para resolver o problema, que foi alvo de registro de ocorrência.
? Passe em debate
Uma representante do Centrinho, Regina Célia Arruda de Almeida Valentim, usou a tribuna para solicitar aos vereadores que não excluam as pessoas com problemas craniofaciais, como má formação labiopalatal, da gratuidade do passe livre no transporte coletivo. Para Fernando Mantovani (PSDB), não permitir o passe livre para essas pessoas seria uma medida de exclusão.
? R$ 539 milhões
Hoje, às 15 horas, o plenário da Câmara Municipal de Bauru realiza mais uma audiência pública, desta vez com a pauta determinando a discussão sobre o parcelamento, em 35 anos, do déficit previdenciário, o chamado aporte, hoje calculado em R$ 539 milhões. Tomara desta vez a pauta seja seguida à risca.
? Preocupação
O presidente da Funprev, Vanderlei Tomiati, antecipa que defende que o órgão seja chamado a discutir as consequências jurídicas e financeiras de cada benefício concedido pela prefeitura aos servidores ativos. Mas, como defensor e guardião da futura aposentadoria dos servidores, o órgão deve discutir propostas do Poder Executivo logo quando estas chegam à Câmara. Isso não aconteceu nos Planos de Cargos e Salário (PCCS).
? Em lousa digital
Volta a preocupar a proposta de aquisição de lousas digitais para a rede municipal de ensino. Tudo porque o preço do equipamento tem apresentado variação, para cima, em licitações em várias cidades e com apresentação de poucos credenciados. Tem cidade em que a licitação já virou objeto de apuração. Que aqui não aleguem, pelo menos, que o alerta não está escrito.