E se reciclar ajuda o meio ambiente, a prática é o ganha-pão de muitas pessoas. É o caso de Aparecido Guilherme da Silva, que recolhe recicláveis nas ruas de Bauru há 8 anos.
Entretanto, o rendimento do trabalho árduo é reduzido. Segundo ele, por semana, a média que consegue é de R$ 80,00. "Graças a Deus eu vou vivendo, recolhendo todo tipo de material, como plástico, papelão e latas de alumínio. Depois, separo tudo e vendo. Essa é a forma do meu sustento. É pouco, mas é o que me ajuda", conta.
Após recolher o material, o catador leva o montante para uma sucata localizada no Mary Dota. Luiz Gustavo Costa, que é proprietário do local há 10 anos, confirma o aumento da coleta seletiva.
"A quantidade de produtos recicláveis está melhorando devido a quantidade dos produtos. Os objetos aumentam de acordo com o crescimento da sociedade e da economia local", acredita.