Será decidido hoje por 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se o Brasil reconhecerá a união de pessoas do mesmo sexo, tendo, assim, os mesmos direitos de casais heterossexuais.
Entre os 78 direitos já negados pela União está a possibilidade de adotar o sobrenome do parceiro, de assumir a guarda do filho do cônjuge. Já o governo fluminense pede também a inclusão do cônjuge em planos de saúde e direito à herança, entre outros.
De acordo com o Censo 2010, cerca de 60 mil brasileiros dizem morar com uma pessoa do mesmo sexo. O número corresponde a 0,03% do total da população. Já 19,7% dos brasileiros afirmam morar com cônjuge de sexo diferente.