09 de julho de 2026
Política

Projeto de Amarildo quer tratamento do material de cadáver


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O tratamento do produto químico gerado pela decomposição de cadáveres, o ?necrochorume?, está previsto em projeto de lei, de autoria do vereador Amarildo de Oliveira (PPS). Com o projeto, o vereador quer tornar obrigatória a prática de tratamento que retenha o líquido produzido, em sepultamentos, no município.

A iniciativa, segundo o parlamentar, é proteger o meio ambiente, uma vez que o produto, altamente tóxico, é nocivo aos lençóis freáticos, podendo causar danos, inclusive, ao Aquífero Guarani.

"Minha proposta é para o uso de materiais que absorvam este líquido diretamente na urna ou na manta funerária por ocasião do sepultamento. São medidas economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental aplicando o direito ambiental nos casos de incerteza científica", argumenta Amarildo. O projeto aguarda análise da Consultoria Jurídica da Câmara Municipal.

Em outra iniciativa, o parlamentar pretende que o governo do Estado de São Paulo realize estudo técnico para a viabilidade de cobertura dos bancos externos do Hospital Estadual. "Munícipes de várias cidades de nossa região reclamam que ficam sob sol forte aguardando suas conduções para retornarem para a casa", explicou Amarildo.

A iniciativa já conta com o apoio da vereadora de Igaraçu do Tietê, Benedita Ramos de Souza e do vereador "Perninha", de Itapuí. Amarildo também está correndo abaixo-assinado no município de Bauru com o objetivo de atrair a adesão popular. "A intenção é melhorar e dar conforto aos pacientes. Para tanto, precisamos ter um parecer daqueles que são profissionais da área, para saber se há possibilidade ou não", explica.