No dia 16 de maio de 2011, por volta das 13h30, segundo período do meu trabalho, ou seja, horário do meu almoço, estou parado no semáforo aguardando o sinal verde para continuar o meu trajeto, quando um automóvel Montana (chapa anotada por terceiros) colidiu na traseira do meu carro, um Uno/2010. Para minha surpresa, o motorista, um senhor com idade de mais ou menos 50 anos, que poderia ser meu pai, evadiu-se do local enquanto eu providenciava papel e caneta para chegarmos num acordo sobre os prejuízos. Acredito que esta pessoa não sabe o que é um homem de caráter, achando que com essa atitude (fugindo do local) levou vantagens, esquecendo o respeito pelo ser humano onde cada um tem os seus compromissos já assumidos, como todo trabalhador que luta para ter os seus bens.
Após orçamentos dos estragos no carro, terei despesas superiores ao meu salário, mesmo tendo seguro, tudo porque uma pessoa ir-responsável não assumiu o seu erro, não deu importância, não respeitou a minha pessoa, evadindo-se do local. Será que este senhor (acredito que tem família) gostaria que um fi-lho seu ou uma pessoa querida fosse enganada como ele o fez para comigo.
Sou jovem e estou indignado com a atitude desse indivíduo que, apesar da sua aparente idade, poderia dar exemplo para os mais novos.
Rafael Duarte de Oliveira