08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

SOBRE A TOLERÂNCIA E RESPEITO


| Tempo de leitura: 2 min


Importante e inteligente a explanação do sr. João Jabbour no jornal Segunda-Feira, neste início de semana. Fala com muita propriedade sobre os principais assuntos da mídia contemporânea. Quando se refere ao movimento dos LGTB (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trangêneros), não diria que discordo totalmente de tal pensamento, mas apesar de entender o que é tolerância e respeito, vou ao dicionário do professor Pasquale, e vejo lá: Tolerância: "Ato de desculpar a falha dos outros. Que admite ou respeita as opiniões contrárias à sua". Respeito: "Aspecto ou lado por onde se encara uma questão. Modo de ver, motivo, razão".

Fico pensando aqui comigo: a homossexualidade sempre existiu, mas neste contexto não posso concordar com o professor Pasquale quando diz que "deve-se admitir opiniões contrárias à sua". Respeitar sim... admitir, nunca! É o livre arbítrio. É a liberdade de pensamento. Quanto ao respeito, sem qualquer dúvidas! Na verdade, quem sou eu para discordar do referido professor? Mesmo assim, com toda minha ignorância, não concordo com a palavra "admitir"!

Devo dizer aqu, que devemos saber até onde vão os nossos limites, para não invadir aos dos outros. Mas, quando vemos os nossos di-reitos invadidos, não seria a hora de "frear" um pouco a tolerância? Talvez fosse o caminho mais certo, pensando na família, nos filhos e netos! Não seria a hora de sugerir aos ilustres magistrados do STF para que se faça um plebiscito sobre a questão? É lógico, sempre respeitando a lei e a ordem.

Finalmente, entendo que o sr. foi muito feliz, quando no final do artigo diz: "Deve-se respeitar o bem dos outros, a liberdade de escolha, as tradições e crenças, mesmo discordando". Excelente o seu ponto de vista! Só acho que faltou uma palavra: reciprocidade! A liberdade de pensamento deve sempre estar em primeiro lugar. Como o sr. disse: "Ninguém é obrigado a gostar de nada"! Então, como querem que apreciemos o homossexualismo? É o que o movimento LGTB quer... a todo custo.

Na verdade, é um assunto muito complexo! Vai dar ainda muito o que falar. Se tudo isso prosperar, logo poderemos ver nas ruas, quando passearmos com nossos filhos ou netos, homens andando de mãos dadas, ou se beijando. Os casais normais não o fazem? Agora a pergunta: o que diríamos a eles, filhos ou netos?!


Luiz Carlos Pasquarelo