08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Pontos e contrapontos


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Sem sombra de dúvidas, a municipalidade, por sua administração em geral, merece ser parabenizada pelas benesses das iniciativas que vem costumeiramente adotando. Os exemplos são plúrimos e evidentes no que importe os novos asfaltamentos, o grande volume de recapes realizados, os aparatos e a recuperação de praças, a melhoria na iluminação pública e as obras de regularização sanitária. Arriscamos a considerar até que é a melhor Administração dos últimos tempos.

Por outro lado, como toda moeda tem o seu lado reverso, está deixando um pouco a desejar em um ou outro aspecto, mormente no que tange à engenharia e distribuição do tráfego veicular, pelo menos a curto e médio prazo.

Não é preciso ser douto na matéria para perceber que a cidade está sendo entupida com sinalização semafórica desnecessária, bem como está ocorrendo o chamado recrudescimento (aumento) da radicalização de sentidos de vias e do acesso a elas.

Como anda as tantas, quem chega de fora, por exemplo, pode até imaginar que o compromisso seria mesmo é com a iniciativa privada (a exemplo de empresários no ramo de distribuição de combustível ou do comércio e monitoramento de radares e semáforos, considerando o atravancamento e pontos de congestionamento) e não com o bem-estar de cidadãos e munícipes, assim como manda o figurino. Não obstante, quem é radicado na "Terrinha querida" sabe que não se trata de nada disso, nem de longe. Basicamente, é uma mera questão de ajuste, de sintonização.

Dentre muitas outras adesões, são incongruentes e complicadores do fluxo as seguintes: - Impedimento de conversão na rua Galvão de Castro pela av. Duque de Caxias;

- Impedimento de conversão via canteiro central de diversos pontos na av. Getúlio Vargas;

- Semáforos dos cruzamentos da av. Nossa Senhora de Fátima com as ruas José de Barros Silva e Antônio Gomes Meirelles (este em iminente inauguração);

- Semáforo na rua Araújo Leite, para cima do Bosque da Comunidade;

- Sentido de mão única em vias de bairros periféricos, principalmente naqueles localizados nas zonas sul e noroeste da cidade;

- Mesmo sentido de mão única em vias imediatamente paralelas da área central;

- Atraso na recuperação estrutural do viaduto que liga a av. Pedro de Toledo à Vila Falcão. Mesmo com os entraves e dificuldades orçamentárias, postamos aqui o nossa recado-alerta acreditando justamente na sensibilidade e capacidade de gestão das autoridades correspondentes.


Dagoberto F. Pereira - servidor público