A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, disse nesta sexta-feira que o Paquistão precisa tomar medidas decisivas contra a militância islâmica e que as relações entre os dois aliados, tensas desde a morte de Osama bin Laden, chegaram a um momento decisivo.
A mais alta autoridade dos EUA a visitar o Paquistão desde que comandos norte-americanos mataram o líder da Al Qaeda este mês, Hillary pareceu estar tentando suavizar as tensões, reiterando que não há evidências de que autoridades do Paquistão tivessem conhecimento do paradeiro de Bin Laden.