Prova mais importante da categoria, as 500 Milhas de Indianápolis completam 100 anos de história hoje. Mas o evento corre risco de sofrer as mesmas inconveniências que marcaram a corrida no Anhembi no começo do mês. A largada está marcada para as 13h.
Em São Paulo, choveu muito no domingo e o circuito ficou alagado. A corrida teve que ser paralisada e transferida para segunda-feira, com público drasticamente reduzido. Caso aconteça o mesmo em Indianápolis, os carros nem entrarão na pista e a prova terá de ser adiada, porque não pode haver disputa com asfalto molhado em traçados ovais.
Até a noite de sexta-feira, o Wheather Channel indicava tempo parcialmente nublado com 20% de chances de precipitação. Mas, um dia antes, havia previsão de trovoadas isoladas em Indianápolis para o dia da corrida. O tempo se mostrou mesmo imprevisível ao longo das duas últimas semanas de atividades no Indianapolis Motor Speedway. Na primeira semana de treinos livres, duas sessões foram interrompidas pela chuva. A disputa pela pole também foi afetada, assim como o Bump Day, que define as últimas vagas.
O canadense Alex Tagliani vai largar em primeiro, mas deverá ter trabalho para segurar a posição saindo ao lado da Ganassi de Scott Dixon. Líder do campeonato, Will Power virá com sua Penske em quinto da segunda fila, à frente do atual campeão da Indy e último vencedor da prova, o escocês Dario Franchitti, principal rival de Power na disputa na atual temporada.
Os brasileiros foram mal. Raphael Matos não se classificou para a corrida. Bruno Junqueira foi bem e conseguiu a vaga, que foi comprada pela Andretti. Assim, restaram quatro, na ordem do grid: Vitor Meira (11º), Helio Castroneves (16º), Tony Kanaan (22º) e Bia Figueiredo (32ª).