10 de julho de 2026
Esportes

Roland Garros: Semifinais em Paris têm lógica e surpresas


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As semifinais de Roland Garros foram definidas ontem de maneira bastante diferenciada entre as chaves masculina e feminina. Entre os homens, prevaleceu a lógica do ranking, e os quatro mais bem colocados jogam amanhã por vaga na decisão. É a primeira vez que isso ocorre num Grand Slam desde Roland Garros-06. Já as mulheres decidem hoje, a partir das 9h, as finalistas do torneio francês.

A chinesa Na Li, sétima do mundo, enfrenta a russa Maria Sharapova, oitava. As duas podem ser consideradas zebras. Na Li é a primeira chinesa a alcançar essa fase em Roland Garros e disse ter ficado surpresa. Sharapova já disse que se sentia como uma "vaca no gelo" quando jogava no saibro. A russa foi semifinalista em Paris na edição de 2007. Esse é o único torneio que falta para a ex-número um do mundo completar o chamado career Grand Slam (conquista dos quatro mais importantes do circuito). Na sequência, entram em quadra a atual campeã, a italiana Francesca Schiavone (quinta do mundo), e a francesa Marion Bartoli (11ª).

Se a chave masculina seguisse o mesmo formato, Robin Soderling, David Ferrer, Jurgen Melzer e Andy Roddick estariam na disputa. Mas uma das semifinais é entre o número um do mundo, o espanhol Rafael Nadal, e o quarto, o britânico Andy Murray. Do outro lado da chave, jogam o vice-líder, o sérvio Novak Djokovic, e o suíço Roger Federer. Invicto há 43 jogos, Djokovic está a uma vitória do topo. Ontem, Nadal eliminou Soderling por 6/4, 6/1 e 7/6, enquanto Murray passou pelo argentino Juan Ignacio Chela por 7/6, 7/5 e 6/2.