A China fez o seu primeiro contato confirmado com rebeldes líbios, caracterizando a mais recente derrota diplomática de Muammar Gaddafi, e a França afirmou que está trabalhando com pessoas próximas ao governante para convencê-lo a deixar o poder.
O encontro no Qatar entre um líder diplomático chinês e o líder do Conselho Transicional Nacional, que pertence aos rebeldes, ocorre após uma série de deserções de importantes personalidades nesta semana, incluindo a autoridade petrolífera e ex-primeiro-ministro Shokri Ghanem.
Líderes rebeldes e a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) classificam a saída de Gaddafi como uma condição para acertar um cessar-fogo, mas ele disse enfaticamente ao presidente sul-africano, Jacob Zuma, que visitou a Líbia nesta semana, que não deixará o país.
Nesta semana, a aliança militar comandada pela Otan estendeu sua missão para proteger civis na Líbia por mais 90 dias, e a França afirmou que está aumentando a pressão militar, além de trabalhar com pessoas próximas a Gaddafi para persuadi-lo a deixar o poder.