Os bombeiros e os parentes dos 439 presos continuam acampados, nesta segunda-feira, em frente a Assembleia Legislativa (Alerj), no Centro do Rio de Janeiro.
Eles levantam cartazes em forma de protesto, com os dizeres: "resistir é preciso". E reivindicam melhorias no salário e nas condições de trabalho.
Sérgio Cabral, governador do Rio, alega que as prisões dos bombeiros é em decorrência à irresponsabilidade dos profissionais em realizar tal motim de forma tão violenta.