08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Onde vamos parar?


| Tempo de leitura: 2 min


Gostaria de poder fazer algo mais por nossos estudantes, mais não sei onde vamos parar se as coisas continuarem como estão. As escolas deixaram de ser um lugar onde iamos para aprender, hoje a maoria vai para passear, se mostrar, e até mesmo agir covardemente contra seus colegas de sala de aula. O professor, acuado pelas leis que defendem pessoas que não deviam ser defendidas, deixam a desejar com relação àqueles que vão para escola exercer aquilo para qual ela édestinada, ou se-ja, realmente aprender.

Digo isso porque estou passando por uma situação dificil tendo que transferir meu filho da escola onde estudava para uma outra por falta de segurança. São crianças ameaçando crianças, professores, diretores, funcionários e alguns pais ainda achando isso a coisa mais normal do mundo. Filhos saindo de casa e dizendo que vão à escola, só que não estão indo para estudar e sim para intimidar alunos e professores. Já o nosso governo, usando a televisão para mostrar como  a educação está melhorando, será que ele já foi em uma escola ver o que está acontecendo com tanto direitos dados  aos adolescentes sem nehum dever.

Hoje em dia as crianças podem tudo, tem direito a tudo, fazem o que querem e como acham melhor, roubam, matam, espancam, humilham, mas o que fazer? São crianças... Só espero que nosso governo esteja colocando no orçamento também um lugar para onde esses jovens sejam colocados quando seus pais e aqueles que sofrem com as atitudes por eles tomadas façam com que todo o resto da sociedade que procura educar seus filhos ensinando-os a respeitar o próximo, seja ele quem for resolverem colocar um basta nisso.

Isso é um desabafo de uma mãe que cuida e educa seus filhos de acordo com aquilos que acha certo, ou seja, respeitando a todos que se denominam filhos de Deus sem distinção de cor, raça ou religião. E que por causa disso tem que mudar seus filhos de uma escolas do Estado para uma particular para garantir a eles o simples direito de serem apenas estudantes.


Sonia Regina Corrêa