09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

A EMDURB NÃO FAZ O QUE PRECISA


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Uma das discussões recentes sobre o trânsito em nossa cidade envolveu vagas destinadas às farmácias e drogarias. A Emdurb quer extingüi-las, em nome da necessidade do centro em novas vagas. Seria lógico se não fosse cômico a situação  atual do trânsito central. Vejamos:

É fácil vermos que uma simples fiscalização mais ativa pelos fiscais e policiais na região central liberaria muito mais vagas que aquelas destinadas aos doentes. Ontem mesmo fui ao centro com o único intuito de fazer um levantamento das vagas ocupadas por veículos de propriedade dos vendedores informais (Camelôs ou barraqueiros) que atuam no centro. Parei minha contagem no número de 20 carros estacionados, sem cartões de área azul, carros esses que servem de depósito ou apoio desses vendedores.

Vejam na: (1) Rua Gustavo Maciel, ao lado da Lojas Americanas; (2) Rua Rio Branco, entre Batista e Primeiro; (3) Rua Agenor Meira, quadras entre Rodrigues Alves e Ezequiel Ramos; (4) Rua Treze de Maio, quadra entre Batista e Primeiro de Agosto; (5) Rua Virgilio Malta, quadra entre Rodrigues Alves e Primeiro de Agosto; entre outras. E esses veículos ficam ali, paradinhos, estacionadinhos, o dia todo, sem nenhuma punição. Não seria muito mais lógico e producente que a Emdurb os multassem e assim varia valer a rotatividade?

As vagas destinadas à farmácias e drogarias são importantes, pois, na maioria nas vezes, só vão as farmácias aqueles que precisam de medicamentos e estes não ficam mais que 10-15 minutos ali parados. A quantidade não influenciam no trânsito nem na necessidade de removê-las, ao contrário dos veículos dos camelôs, que ocupam indiscriminadamente e por todo o período as vagas necessitadas pela população.

Seria a Emdurb conivente com esta ocupação irregular? Fica a pergunta. Esperamos as respostas e considerações da Emdurb (leia-se Nico Mondelli). Obrigado.


Rogério Scarparo