? Passa a bola
Após ter sido muito cobrada pelo Sindicato dos Servidores Municipais sobre o projeto que, além de criar 240 novos cargos na administração concede melhorias salariais a tratadores de animais e motoristas da prefeitura, Chiara Ranieri (DEM) fez questão de não ser nomeada relatora da proposta novamente na Comissão de Economia. A tarefa ficou a cargo de Gilberto dos Santos (PSDB).
? Pressionada
Da primeira vez em que o projeto tramitou pela Câmara - antes de receber novas emendas, a vereadora foi relatora do caso e pediu informações à prefeitura, que não havia mandado dados importante, como o impacto orçamentário. Em razão disso, ela foi acusada pelo sindicato de segurar a proposta que garantiria melhorias no vencimento de trabalhadores.
? Nada ainda
Enquanto isso, como relatora do projeto que pede o refinanciamento da dívida da Cohab, Chiara ainda aguarda a análise da Consultoria Financeira da Câmara sobre o contrato e relatório da auditoria sobre os contratos da empresa pública. E vai demorar, porque nem a prefeitura e nem a empresa auditora (Azevedo) se entenderam até agora sobre o conteúdo do trabalho.
? Dúvida na carta
Por falar em Cohab, mutuários estão ligando para a redação reclamando de um aviso realizado pela direção da companhia informando sobre nova regulamentação no sistema de seguro do sistema financeiro de habitação. Como o teor é técnico, financeiro e também jurídico, muitos não estão entendendo nada a respeito. Muitos acharam que é mais um abacaxi em forma de cobrança.
? Mudaram regras
A Cohab Bauru explica que se trata de orientação no sentido de concordância, ou não, para alteração do seguro vinculado ao contrato habitacional, com o objetivo de adequar os contratos às novas leis e regulamentações do sistema. Ainda assim, o que o mutuário quer saber é se isso tem consequência sobre o valor das prestações e se eles perdem algum direito com isso.
? Erros, erros...
A prefeitura, mais uma vez e para não perder a mania de errar, enviou correndo à Câmara o projeto que prevê acordo com a Camargo Corrêa para o pagamento de dívida remanescente relativo ao viaduto inacabado. E, na correria, o projeto foi sem documentos básicos, como a planilha de cálculos, o ofício da empreiteira concordando com composição e a minuta do acordo.
? Informações úteis
Sem estes dados, básicos, os vereadores não sabem até agora, por exemplo, que os juros de 12% ao ano previstos na composição são fruto de fixação por ordem judicial. Outro ponto é que a aplicação dos juros recai apenas sobre o valor principal da demanda. Ou seja, não incide nada sobre R$ 7,2 milhões, dos R$ 9 milhões totais do acordo. Assim, as parcelas anuais de R$ 1,502 milhão teriam acréscimo sobre o principal de R$ 30 mil.
? Primo no PMDB?
Enquanto isso, os partidos seguem correndo atrás de nomes que possam compor uma boa chapa de candidatos a vereador. Nos últimos dias, o PMDB conversou com o ex-vereador Primo Mangialardo, que pode assinar a ficha de filiação a qualquer momento. Mas o PMDB, partido do prefeito, também conversa com várias outros nomes com votos em potencial. Vereador Renato Purini é o interlocutor oficial do partido na montagem da chapa de vereadores.