10 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Meu animalzinho morreu. E agora?


| Tempo de leitura: 1 min

Excelente e oportuna à reportagem do dia 21 de setembro neste conceituado jornal. Falar de amizade entre estas adoráveis criaturas e seus donos (?) é chover no molhado.

É nítida a afetuosa relação entre eles. São realmente parte da família e como tal a derradeira despedida passa a ser mais dolorosa pela falta de alternativa. Um "membro" da família não pode ser sepultado num terreno qualquer e tampouco ser descartado em lixões.

Por todos os motivos, incluindo saúde pública, está mais que na hora de se discutir a liberação e criação de um espaço próprio para a última morada destes nossos amiguinhos.

O vereador Giba dos Santos apresentou em março deste ano uma Moção de Apelo ao senhor prefeito para que seja criado o cemitério de animais, como já ocorre em alguns municípios. Um exemplo é a cidade de Botucatu.

A população estimada de cerca de 80.000 animais entre caninos e felinos em nossa cidade é preocupante. Só neste ano quase 3.000 vieram a óbito. Acredito que a reportagem deva ter sensibilizado as autoridades. Vamos aguardar!

Vivane C. Souza