08 de julho de 2026
Internacional

Promotoria diz que Murray causou a morte de Michael Jackson

Da redação JCNet
| Tempo de leitura: 1 min

A promotoria diz que o médico Conrad Murray causou a morte de Michael Jackson ao administrar a dose de propofol como sonífero, sem monitorar adequadamente o paciente.

Já Murray se declarou inocente, e seus advogados devem tentar demonstrar que foi o próprio Jackson quem se administrou a dose letal, num momento em que Murray estava fora do quarto.

Durante uma audiência judicial, nesta segunda-feira (26), véspera das alegações iniciais no processo em que o Murray é réu pela acusação de homicídio culposo contra o cantor, um dos advogados de defesa alegou que Michael Jackson chegou a ficar inconsciente antes de uma entrevista coletiva em Londres para falar da série de shows "This Is It".

Os advogados de Murray queriam que o vídeo da entrevista coletiva fosse mostrado aos jurados, mas o juiz do caso se opôs. A provável estratégia da defesa será demonstrar que Jackson era viciado em drogas, e que seus hábitos levaram à sua morte, em 2009, aos 50 anos. Mas o juiz Michael Pastor disse que mostrar esse vídeo aos jurados seria irrelevante, porque o fato aconteceu vários meses antes de Jackson morrer, vítima de uma overdose de sedativos e do anestésico propofol.

O médico poderá ser condenado a até quatro anos de prisão. O júri do caso é composto por sete homens e cinco mulheres.