O juiz do processo em que o médico de Michael Jackson é julgado por homicídio culposo impôs nesta sexta-feira (30) uma "mordaça" a advogados e promotores, após um integrante da defesa aparecer na TV contando detalhes do caso.
A ordem foi emitida no quarto dia do julgamento, em que os promotores tentam provar que o médico Conrad Murray matou Jackson involuntariamente em 25 de junho de 2009, já que lhe aplicou anestésicos e não o teria monitorado adequadamente.
"Os advogados das partes envolvidas neste caso (...) ficam obrigados a não comentarem com ninguém fora das suas respectivas equipes, direta ou indiretamente, sobre quaisquer aspectos deste caso, seja oralmente ou por escrito", disse o juiz Michael Pastor.