Dar es Salaam - A Tanzânia prendeu ontem sete supostos piratas somalis após ataque a um navio de exploração de petróleo e gás operado pela Petrobras na costa do país, localizado no leste da África. Procurada, a Petrobras declarou que não iria se manifestar sobre o ataque pirata porque o navio envolvido pertence a uma empresa prestadora de serviços.
A Petrobras tem um acordo de compartilhamento da produção nos blocos 5 e 6 na costa da Tanzânia e iniciou o trabalho de exploração com o barco Poseidon em Mtwara, em setembro.
A empresa brasileira, que investiu US$ 11 milhões na Tanzânia e planeja injetar outros US$ 14 milhões para desenvolver o porto de Mtwara, informou que a embarcação trabalhará na exploração durante 20 meses.
O incidente aumenta para 18 o número de piratas presos na Tanzânia por ataques no Oceano Índico.