A Polícia Civil investiga as condições da morte de um homem encontrado em um córrego no Jardim Guadalajara, ontem. A princípio, o encontro do corpo é definido como morte suspeita. Não foi localizado junto ao cadáver nenhum documento que pudesse identificá-lo. Até o fechamento desta edição do JC não havia informação sobre a identidade do homem.
Por volta das 11h, um homem que passava pelo local seguindo para o trabalho avistou o cadáver boiando no córrego e acionou a segurança da concessionária de trens. Policiais da Base Comunitária de Segurança Sudeste foram mobilizados para preservar o local, que rapidamente virou ponto de visitação de moradores. O acesso ao local passa pela linha férrea, na avenida Manoel Duque com a quadra 1 da rua Manoel da Silva Martha, no Jardim Guadalajara. Uma equipe do Corpo de Bombeiros resgatou o corpo em um ponto em que várias tubulações se encontram seguindo para o rio Bauru.
Apenas parte do corpo estava saliente na água e de bruços. A cabeça estava mergulhada e aparentava estar em estado de decomposição.
A princípio, o cadáver não aparentava sinais evidentes de agressão. O corpo foi encaminhado para autópsia no Instituto Médico Legal (IML). Os peritos do Instituto de Criminalística (IC) periciaram o local. O delegado de Plantão Paulo Calil e a equipe de homicídios da DIG, sob o comando do delegado Cledson Luiz do Nascimento, estiveram no local.