Com tristeza, acompanhamos todos os dias pelos noticiários as mais variadas situações de acidentes de trânsito causados por pessoas sob efeito de álcool (uma droga lícita). Pois bem. Basta uma voltinha pela cidade para ob-servarmos estabelecimentos abarrotados de pessoas fazendo uso do seu direito, consumindo sua bebiba. Nada contra quem bebe, afinal, cada um é livre para fazer aquilo que lhe con-vém. Pensemos um pouco... Aquele imenso volume de veículos estacionados próximos a estes estabelecimentos. São conduzidos por quem ao final da noite ou do evento? Até nas lojas de conveniências, nos postos de combustíveis, só não vê quem não quer, é comum as rodas de beberrões que depois de "umas" saem exibindo a potência de seus veículos pisando fundo, fazendo manobras e outras doidices. Quantos mortos aida vamos contar no trânsito de Bauru, do Estado de São Paulo, do Brasil? Sabe o que mais me deixa triste em tudo isso? A maioria das vítimas nas colisões são jovens e nos atropelamentos pessoas que vinham do trabalho, estavam na frente de casa, passeando pela calçada, enfim. O causador normalmente faz aquela carinha de coitado, paga uma fiança e... bom, pelo menos eu nunca soube de uma condenação exemplar em casos assim.
A meu ver, sabe o que falta? Falta interesse em acabar com este tipo de "crime". quase não vemos fiscalização preventiva e punitiva para esse tipo de abuso. Cadê as autoridades, locais, estaduais, federais? É necessário unir todos os poderes constituídos, num grande empenho para acabar com essa farra no trânsito, senão vamos continuar lamentando as mortes.
Falando em autoridades, quando o chefe da casa, no nosso caso, a chefe, vive pe-rambulando por aí, fazendo turismo e dando pitacos na casa dos outros, os filhos da própria casa vão se virando, cada um do seu jeito. Parabéns pelas cartas, Izabel Avallone, Benone Augusto de Paiva e Luís Paulo Domingues (11/10/11). continuemos a protestar e criticar democraticamente contra toda essa bagunça que se faz no nosso País. Chega de mazelas, impinidades, corrupção, safadezas políticas e hipocrisia.
Paulo B. Vieira - cidadão