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Neide Carlos |
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Alunos da 5ª série de Bauru ficaram com a 2ª colocação |
Pelo terceiro ano consecutivo a rede do Serviço Social da Indústria (Sesi) reuniu projetos de alunos do interior do Estado em mais um Torneio de Robótica que, desta vez, teve como tema o “Body Forward”, apresentando soluções para a saúde do homem.
A iniciativa visa explorar o mundo moderno da engenharia biomédica descobrindo maneiras inovadoras, através da robótica, para reparar lesões, superar pré-disposições genéticas e maximizar o potencial do corpo.
Por isso nesta terça-feira (18), durante todo o dia, o ginásio de esportes do Sesi de Bauru foi palco de um grande festival de ciências e tecnologia para alunos entre 10 e 13 anos representados nas 16 equipes que disputaram a fase classificatória para a etapa estadual.
Depois das seletivas, cinco grupos garantiram seus projetos na disputa que acontece entre os dias 8 e 11 de novembro, em São Paulo. Por ordem, do 1.º ao 5.º, foram classificadas as turmas do Sesi de Ourinhos, Bauru, Botucatu, Assis e Garça.
Nos quesitos de julgamento foram premiados os melhores grupos em projeto de pesquisa, trabalho em equipe, projeto de robô e cumprimento de missões.
Grupo bauruense propõe escova labiopalatal e jogo que ensina libras
Foi o tempo em que construir robôs não passava de uma brincadeira com potes de iogurte e sucatas. A chamada “Geração Z”, que reúne os nascidos a partir do ano 2000 e que, apresenta à sociedade uma nova safra de inventores.
Os dois grupos do Sesi que representaram Bauru trouxeram para o 3.º Torneio outros dois projetos que podem criar novas alternativas para a Saúde.
Para chegar ao segundo lugar na classificação geral, os alunos da 5ª série procuraram dar sua contribuição na luta contra a fissura labiopalatal, uma das principais bandeiras da cidade que se tornou referência internacional no tratamento destas malformações congênitas.
Já os alunos da 6ª série não chegaram a desenvolver o projeto, mas apresentaram uma ideia que deve ser estudada por fabricantes de video-games.
Baseados no Kinect, ferramenta do Xbox que permite interação com os jogos eletrônicos sem a necessidade de ter em mãos um controle, fazendo assim uma espécie de leitura do corpo, os alunos propõem a criação do jogo “Meu Professor”, que traz uma espécie de aula sobre libras, a linguagem dos sinais.
Confira todos os detalhes na edição impressa desta quarta-feira (19).