São Paulo - Uma igreja evangélica foi condenada pela Justiça a pagar uma indenização de R$ 2
mil para a família de uma menina de um ano e sete meses que morreu após ser encontrada afogada em uma pia batismal de um templo da instituição em Joinville, em 2
7.
A morte ficou conhecida como “caso Gabrielli”.
À época, o caso ganhou repercussão quando um pedreiro foi acusado de abusar sexualmente da menina Gabrielli Cristina Eichholz e afogá-la na pia batismal. Ele chegou a ser condenado a 2
anos de prisão em 2
8 pelo suposto crime, mas foi solto em 2
1
, após as provas contra ele serem anuladas pela Justiça. O processo acabou sendo arquivado em fevereiro de 2
11.
A decisão de indenizar a família por danos morais foi tomada no dia 31 de outubro. De acordo com ela, a União Sul-brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia, responsável pelo templo, foi omissa.
Pouco antes da morte, a menina estava sob os cuidados de voluntários da igreja que cuidavam de outras 2
crianças numa sala de recreação. Em dado momento, a menina desapareceu e depois foi encontrada na pia batismal, localizada nos fundos do templo, ainda viva. Ela chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu.
Médicos que testemunharam para a defesa do pedreiro acusado pela morte da menina afirmaram à época que o caso não passou de um acidente.