11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa sobe 1,36% com alívio gerado por Europa; dólar recua e é cotado a R$ 1,806


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A Bovespa, após cair forte anteontem, teve um pregão de renovação de máximas, alimentado pelas resoluções dos líderes europeus na reunião de cúpula encerrada ontem. A disciplina fiscal foi celebrada, mas também trouxe alívio aos players saber que, ao lado do pacto fiscal, há comprometimento com repasse de recursos ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e antecipação do início das operações do mecanismo permanente de ajuda na região europeia.

O Ibovespa fechou em alta de 1,36%, aos 58.236,46 pontos. Na máxima, a bolsa bateu 58.540 pontos, com alta de 1,89%. Na mínima, chegou a 57.455 pontos, em estabilidade. O giro foi de R$ 4,67 bilhões. Na semana, a bolsa teve valorização de 0,60%. Em dezembro, o índice à vista está em alta de 2,40%.

A reunião de cúpula levou os países a darem um passo em direção a medidas que podem fortalecer a zona do euro. O Reino Unido, no entanto, escolheu o isolamento. Conforme a expectativa dos mercados, os países da União Europeia moveram-se mais próximos de uma união fiscal com maior disciplina, chamada de pacto fiscal. O novo tratado entre os membros da UE é esperado para ser assinado em março de 2012.

Dada a boa nova, o teste virá na próxima semana com uma série de leilões na Europa, quando haverá ofertas da Itália, Espanha e Alemanha, segundo calendário do Lloyds Bank Corporate Market. Grécia também irá ao mercado. De acordo com a instituição, os países da zona do euro se preparam para emissões pesadas em 2012.

Mas nem tudo na Europa foi de caráter disciplinador. Houve também avanço na solidariedade, argumenta um analista. As nações da UE também se comprometeram, e vão analisar a questão em 10 dias, a emprestar 200 bilhões de euros para as linhas de crédito do Fundo Monetário Internacional (FMI), que deve retornar para a Europa por meio de financiamento aos países.


RENDA FIXA

Renda bruta: 10,80%

Ganho líquido/mês: 0,9%

Pela taxa média de 10,80% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.


BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,36%

Volume: R$ 4,67 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou a sexta-feira com uma significativa alta de 1,36%, aos 58.236,46 pontos e com um giro financeiro de R$ 4,67 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones fechou com alta de 1,55%, com 12.184,26 pontos, e o índice Nasdaq avançou 1,94%, aos 2.646,85 pontos.


OURO

Ouro/grama: R$ 99,00

Variação: baixa de 0,80%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro fechou o dia de ontem negociado a R$ 99,00, recuando 0,80% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.709,83, terminando o dia com uma desvalorização de 1,89%.


DÓLAR


Comercial: R$ 1,806

Variação: queda de 0,55%

O dólar comercial en-cerrou a sexta-feira negociado a R$ 1,804 para a compra e a R$ 1,806 para a venda, com uma desvalorização de 0,55%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,750 na compra e a R$ 1,883 na venda, recuando 1,93%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,820 na compra e a R$ 1,950 na venda, com uma alta de 0,52%.