As explicações do ministro são incríveis: primeiro considerar que uma fábrica de tubaína contrate uma pesquisa de mercado de um político e ex-guerrilheiro como se ele fosse um especialista em marketing de bebidas.
E, mais ainda, sem que a empresa em toda sua existência antes, durante ou depois tivesse feito qualquer serviço semelhante, sem que seus sócios sequer saibam, sem nenhuma documentação que comprove a entrega e, por último, sem que a empresa tivesse nenhum benefício concreto, até porque em seguida foi vendida e fechou (versão de Pimentel).
Isto não é crível nem na ilha da fantasia de Brasília.
Márcio M. Carvalho