08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

PRESENTE DE ANO NOVO


| Tempo de leitura: 3 min

Há dois mil e onze anos atrás, Belém, o mais santo terreno da Terra Santa, recebia o maior presente que a nossa injusta Humanidade poderia almejar: o nascimento do Menino Jesús, a segunda pessoa da Santíssima Trindade. Deste esse momento, Jesus Menino trouxe ao mundo terreno o sopro da Virtude, do Amor e sobretudo da Verdade. Verdade que os homens do nosso tempo não têm, mas deveriam cultuar como o próprio credo cristão, por isso que ela é a pedra mestra de tudo quanto é Sagrado. Verdade da qual a vida jamais poderia se distanciar. Verdade que seria o dogma, o ponto fundamental de uma doutrina religiosa insubstituível para tudo e para todos.

Verdade de dimensões inalteráveis como a própria matemática da vida. Verdade que governaria as Artes e a Ciência, a História, a Letra e a Justíça. Verdade que é e será sempre a origem, o motivo e o alvo do nosso trabalho, muitas vezes não reconhecidos pelos nosso governantes, ingnorando o trabalho dos funcionários que passam o ano na expectaiva de receber o décimo terceiro salário depois de um ano árduo de trabalho, principalmente em prol da saúde de quem necessita de cuidados especiais como no dom de fazer nascer uma nova vida, principalmente aos amigos funcionários do Hospital Maternidade Santa Isabel de Bauru, dividindo a minha solidariedade aos funcionários do antigo Hospital de Base, que faz parte da história de Bauru.

Que neste Ano Novo que se inicia, e quando a festa do novo Calendário Cristão vem beijar afetuosamente todos os lares da Terra, despertando o espírito emotivo no justo como no injusto, trazendo a alegria ao rico como ao pobre, também nós, integrantes desta grande corrente de seres humanos envolvidos por esse sentimento de amor, carinho, solidariedade e humanidade, que tem que ser invisível aos nossos olhos como ao coração. Sentimos e vivemos estes momentos divinos, no Século das Invenções, na era digital, como os Reis Magos o sentiram em sua peregrinação a Belém.

E é justo que, à guisa de tantos garortinhos à flor da inocência, também nós, que nascemos para esta causa com o dom de preservar a nossa própria história, e a história que hoje cai no esquecimento, com a modernidade que destróí parte desta trajetória que o passado demorrou anos para construir, o homem moderno se preocupa com a modernidade como eu vejo por aí, e esquece as origens e o porquê chegamos até aqui.

Então, no dia seguinte do Ano Novo que chegou depois de uma pernoite de ansiedade, iremos procurar a dádiva que em nossa cartinha pedimos com tanto fervor ao Papai Noel: a paz e a solidariedade humana, a compreensão das autoridades públicas pelas verdades, e não pelas mentiras deslavadas e camufladas de verdades falsas. Espero que na minha simples mensagem de Feliz Ano Novo eu possa encontar pelo menos a verdade que os homens pregam hoje, não como uma invencionice, mas como apóstolos de uma causa justa e humana para toda humanidade.

Parabéns, Bauru, a cidade sem limites para sonhar, viver e terminar aqui a minha história. (Jaime Prado: Mtb: 038076 - Func/Serv desde 1976 no antigo Asilo-Colônia Aimorés em Bauru/SP e atual voluntário do Morhan

Movimento de Reintegração das pessoas Atingidas pela Hanseníase