O grande desejo do povo bauruense por uma cidade mais humana e progressiva, conforme a verificação do JC/Pointer (1/1/12), denota a sublimidade de nossa gente para uma melhor convivência.
Mesmo que nos pareça que o muito progresso, junto à enorme gama de informações, formações e a prosperidade pessoal tendem a nos tornar mais desumanos. Ainda assim, conforme o desejo de todos nós, podemos ("we can"), com certo esforço, ser um pouco melhor no trato com os nossos semelhantes, colegas, irmãos e amigos.
Bauru é uma cidade onde há pessoas de bem com a vida em muitos setores, contemplamos entidade, grupo e indivíduo, entre tantos outros que de fato exercitam a humanidade. Esses, pelo menos, são mais do que sabedores de que o jargão de "cada um pra si e Deus pra todos" não lhes cabe, além de lhes parecer contrário à própria natureza divina, de união, comunhão, amor e amizade ? vejamos, pois, Provérbios 18.1.
Do mesmo modo que um bem conhecido bauruense transliterou para com a sua própria comunidade o salmista Davi, conclamando: "Quão bom e quão suave seria, se os irmãos vivessem em união" ? Salmo 133.1.
E este ainda vociferou para com os seus: "Como religiosos praticantes que somos, pois nós não somente vamos ao templo, mas sim ao próximo também, por isso estamos transformando o jargão criado em Bauru, que parece ser de desprezo, o qual diz: "O mundo cria, o vento espalha e Bauru recolhe". Como as pessoas não são lixo, estamos mudando, na prática, o final deste para: "E Bauru acolhe", pois somos e devemos ser, sempre: acolhedores...". Gratos!
Carlos Roberto dos Santos