Lagos - Dezenas de milhares de nigerianos foram às ruas pelo segundo dia ontem e muitos mais não trabalharam em todo o país para tentar forçar o presidente Goodluck Jonathan a revogar a retirada de subsídios que dobrou o preço da gasolina.
Em 1 de janeiro, o maior produtor de petróleo da África pôs fim aos subsídios sobre as importações de combustível, que os cidadãos viam como o único benefício que tinham do Estado, elevando o preço da gasolina para 150 nairas (US$ 0,93) o litro.
Os protestos no país ontem foram quase do mesmo tamanho dos de anteontem. As ruas do centro comercial de Lagos, famosas por seus engarrafamentos, estavam praticamente vazias. Mas a resolução de Jonathan não enfraqueceu.