11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa sobe pelo terceiro dia seguido e supera os 61 mil pontos; dólar recua


| Tempo de leitura: 3 min

A alta acumulada de quase 7% no mês até ontem fez a Bolsa titubear um pouco pela manhã, quando oscilou entre altas e baixas. Mas o Ibovespa se firmou na hora do almoço com uma notícia sobre o FMI e galgou mais um patamar, de 61 mil pontos, empurrada por Petrobras e bancos.
A Bolsa doméstica terminou o pregão com ganho de 1,78%, na máxima do dia, aos 61.722,86 pontos. Trata-se do maior nível desde o fechamento de 7 de julho do ano passado (62.207,33 pontos). Na mínima pontuação do dia, registrou 60.610 pontos (-0,06%). No mês e no ano, sobe 8,76%. O giro financeiro totalizou R$ 7,213 bilhões - o maior do mês sem considerar o pregão em que houve exercício de opções sobre ações.

A Petrobras foi um dos principais papéis beneficiados por essa compra de ?gringos?, com ganho de 2,56% na ON e de 2,39% na PN. Na Nymex, o contrato do petróleo, ao contrário, recuou 0,12%, a US$ 100,59 o barril.

Vale, no entanto, teve um desempenho bem mais comedido do que Petrobras - também por causa da alta acima de 4% na véspera. A ON subiu 0,72% e a PNA avançou 0,54%.

O setor financeiro subiu em meio à expectativa de corte da Selic. A redução da taxa Selic, ontem, pelo Copom, deve se traduzir em mais empréstimos, o que favorece os bancos. Bradesco PN terminou em alta de 2,07%, Itaú Unibanco PN, +2,20%, BB ON, +3,50%, e Santander unit, +1,33%.

A notícia que deu um ?gás? aos negócios no Exterior foi a de que o FMI pretende levantar US$ 500 bilhões para se capitalizar e enfrentar a crise de financiamento na Europa. Os investidores, no entanto, continuam com a situação grega como pano de fundo, o que fez com que as bolsas europeias não tivessem fechamento uniforme.

Nos EUA, o humor era melhor, também por causa dos indicadores positivos conhecidos por lá, entre eles o índice da confiança das construtoras de moradias, que subiu a 25 em janeiro, o maior nível desde junho de 2007.


RENDA FIXA

Renda bruta: 10,35%

Ganho líquido/mês: 0,9%

Pela taxa média de 10,35% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.

BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,78%

Volume: R$ 7,23 bilhões

A Bovespa encerrou ontem com alta de 1,78%, aos 61.722,86 pontos. Na mínima, registrou 60.610 pontos e, na máxima 61.723 pontos. Na mínima pontuação do dia, registrou 60.610 pontos (-0,06%). No mês e no ano, sobe 8,76%. O giro financeiro totalizou R$ 7,213 bilhões. Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones encerrou o dia com alta de 0,78% aos 12.578,95 pontos. O índice Nasdaq ficou em alta de 1,53% aos 2.769,71 pontos.

OURO

Ouro/grama: R$ 94,30

Variação: queda de 0,74 %

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 94,30 com baixa de 0,74%.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.659,56 e terminou o dia em alta de 0,48%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.

DÓLAR

Comercial: R$ 1,765

Variação: queda de 0,68%

O dólar comercial en-cerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,763 para a compra e a R$ 1,765 para a venda, com queda de 0,68%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,713 na compra e a R$ 1,847 na venda, com queda de 1,91%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,850 na compra e a R$ 1,960, na venda, com variação estável.