11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bolsa de São Paulo sobe 0,62% no 5o pregão e fecha acima de 62 mil pontos


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A Bovespa adiou mais uma vez a tão aguardada realização de lucros e engatou sua quinta sessão consecutiva de ganhos. Nesse período, saiu dos 59 mil pontos para os 62 mil pontos, cravados ontem e não registrados no fechamento desde o início de julho do ano passado. As blue chips continuaram fracas, mas o índice garantiu um dia de ganhos, após um início titubeante, graças ao comportamento de siderúrgicas e bancos.

O Ibovespa terminou o dia com ganho de 0,62%, na máxima pontuação do dia, aos 62.312,13 pontos. Trata-se do maior patamar desde 6 de julho de 2011 (62.565,46 pontos). Na mínima do dia, registrou 61.593 pontos (-0,54%). Na semana - a terceira seguida no azul -, acumulou ganho de 5,35%, o melhor desempenho desde os cinco pregões encerrados em 2 de dezembro (+5,45%). No mês e no ano, a alta atinge 9,79%. O giro financeiro totalizou R$ 5,439 bilhões.

Depois de uma abertura em baixa, o Ibovespa virou e passou a subir, sem muita convicção. O índice operava de lado, assim como as bolsas internacionais. Da metade da tarde para o final, no entanto, a Bovespa ganhou musculatura, espelhada no desempenho do Dow Jones, nos EUA. O indicador subia, na contramão de S&P e Nasdaq, puxado pelo avanço das ações da IBM e Microsoft, integrantes do índice que divulgaram ontem balanços surpreendentemente positivos.

Segundo um operador, o ingresso de recursos estrangeiros continuou na sessão de ontem, justificando o sinal da Bolsa doméstica. A favor da realização estavam a agenda vazia e a expectativa com a negociação entre o governo grego e credores privados sobre a dívida do país, ainda não concluída.

As bolsas europeias fecharam em baixa e, nos EUA, às 18h10, Dow Jones subia 0,55%, S&P recuava 0,15% e Nasdaq tinha baixa de 0,19%. Na Nymex, o contrato do petróleo para fevereiro, que venceu ontem, ficou 1,92% mais barato, a US$ 98,46 o barril. O contrato para março recuou 2,20%, a US$ 98,33 o barril.

Petrobras ON caiu 0,15%, PN subiu 0,04%, Vale ON perdeu 0,14%, PNA recuou 0,15%.


RENDA FIXA

Renda bruta: 10,29%

Ganho líquido/mês: 0,9%

Pela taxa média de 10,29% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.

BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,62%

Volume: R$ 5,439 bilhões

O Ibovespa terminou o dia com ganho de 0,62%, na máxima pontuação do dia, aos 62.312,13 pontos. No mês e no ano, a alta atinge 9,79%. O giro financeiro totalizou R$ 5,439 bilhões.
Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones encerrou o dia com alta de 0,76% aos 12.720,48 pontos. O índice Nasdaq ficou em queda de 0,06% aos 2.786,79 pontos.

OURO

Ouro/grama: R$ 95,50

Variação: alta de 1,75%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 95,50 com alta de 1,75%.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.665,80 e terminou o dia em alta de 0,57%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.

DÓLAR

Comercial: R$ 1,759

Variação: queda de 0,45%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,757 para a compra e a R$ 1,759 para a venda, com queda de 0,45%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,700 na compra e a R$ 1,843 na venda, com queda de 0,75%. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,840 na compra e a R$ 1,950, na venda, com queda de 0,51%.