11 de julho de 2026
Nacional

Procurador-geral nega investigação contra a corregedora do CNJ


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Brasília - O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, rechaçou ontem os argumentos presentes no pedido de investigação feito pelas três principais associações de juízes do país contra a corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Eliana Calmon.

As associações protocolaram pedido na Procuradoria-Geral, no final do ano passado, para que o órgão apurasse se Calmon cometeu crime ao determinar varredura na movimentação financeira de juízes e servidores de tribunais de todo o País.

Para a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação de Juízes Federais (Ajufe) e a Associação dos Magistrados do Trabalho (Anamatra) a corregedora do CNJ violou a Constituição ao pedir uma investigação sem autorização judicial, além de, segundo elas, ter vazado os dados para a imprensa.

Em ofício, Roberto Gurgel afirmou que não há indícios de crimes cometidos por Eliana Calmon, que além de corregedora do CNJ é também ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ).