11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa fecha a semana acima dos 65 mil pontos, maior nível desde maio


| Tempo de leitura: 3 min

O investidor em ação não tem do que reclamar de suas aplicações neste início de ano. A Bovespa teve ontem seu 19º pregão em alta neste ano - contra cinco de baixa - e encerrou a quinta semana consecutiva no azul. Apesar das repetidas avaliações de que o Ibovespa teria subido muito e seria hora de realização, algumas razões adiam as vendas. Ontem, ao menos, foi uma grande justificativa: o payroll norte-americano veio muito melhor do que as estimativas.

O Ibovespa terminou a sexta-feira com ganho de 0,97%, aos 65 217,37 pontos. Trata-se do maior nível de pontos desde 2 de maio do ano passado, quando registrou pela última vez os 65 mil pontos, com 65.462,75 pontos. Na mínima da sessão, registrou 64 137 pontos (-0,71%) e, na máxima, os 65.619 pontos (+1,59%). Na semana, subiu 3,68%, no mês, 3,40%, e, no ano, 14,91%. O giro financeiro totalizou R$ 7,911 bilhões.

O fluxo de investidor estrangeiro tem sido o principal propulsor da Bovespa neste começo de ano. E o movimento de alta ainda acontece na esteira dos indicadores mais favoráveis divulgados pela economia norte-americana.

Ontem, o payroll foi uma surpresa para lá de positiva, ao mostrar a criação de 243 mil postos de trabalho nos EUA em janeiro, quase o dobro dos 125 mil esperados. Além disso, a taxa de desemprego ficou em 8,3%, o nível mais baixo desde fevereiro de 2009 e também menor do que a previsão de 8,5%.

Na Nymex, o contrato do petróleo para março subiu 1,53%, a US$ 97,84 o barril. Aqui, Petrobras ON subiu 0,22% e a PN, 0,33%. Vale ON, 0,66%, e a PNA, 0,34%.

Nos EUA, o índice Dow Jones avançava, às 18h10, 1,17%, enquanto o S&P tinha ganho de 1,35% e o Nasdaq, de 1,57%. Caso fique acima de 12.812 pontos ontem, o Dow Jones fechará no maior nível desde maio de 2008. No intraday, o Nasdaq registrou o nível mais alto desde dezembro de 2000. As bolsas europeias também avançaram estimuladas pelo payroll.


RENDA FIXA

Renda bruta: 10,16%

Ganho líquido/mês: 0,9%

Pela taxa média de 10,16% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada com rendimento bruto de 0,22% e líquido de 0,9%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 10,12% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,22% e líquida de 0,9%.

BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,97%

Volume: R$ 7,91 bilhões

O Ibovespa terminou a sexta-feira com ganho de 0,97%, aos 65 217,37 pontos. Na mínima da sessão, registrou 64 137 pontos (-0,71%) e, na máxima, os 65.619 pontos (+1,59%). O giro financeiro totalizou R$ 7,911 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones avançava, às 18h10, 1,17%, enquanto o S&P tinha ganho de 1,35% e o Nasdaq, de 1,57%.

OURO

Ouro/grama: R$ 96,00

Variação: queda de 1,03%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o ouro foi cotado a R$ 96,00 com queda de 1,03%.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos EUA, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1.725,59 e terminou o dia em queda de 1,90%. Um onça-troy equivale a 31,1035 gramas.

DÓLAR

Comercial: R$ 1,717

Variação: queda de 0,29%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,715 para a compra e a R$ 1,717 para a venda, com queda de 0,29%. O dólar turismo terminou o dia cotado a R$ 1,683 na compra e a R$ 1,823 na venda, com variação estável. O dólar paralelo foi negociado a R$ 1,790 na compra e a R$ 1,900, na venda, com queda de 0,52%.