08 de julho de 2026
Geral

Sim, ele é colecionador de elefantes


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Conhecido principalmente por seu trabalho como presidente do Sindicato Rural de Bauru, Maurício Lima Verde tem uma peculiaridade: coleção de nada menos do que 1.045 elefantes em variadas cores, formas e origens.

O hobby de Lima Verde teve início há 15 anos em uma de suas viagens à África, mais especificamente ao Quênia: "Eu comprei uma família de elefantes e trouxe para casa. Depois disso, a coleção não parou de crescer".

Anos depois e centenas e centenas de bibelôs em formato de paquidermes a mais, a dificuldade do ruralista está em encontrar novos objetos para a coleção, principalmente os originais. Ele garante não ter repetidos, mas confessa que vez ou outra um amigo ou parente o presenteia com um exemplar já existente em suas estantes.

E por falar em estantes, elas estão espalhadas pela casa e já chamaram a atenção da chamada mídia nacional. "Fui personagem de uma matéria onde o jornalista me deu o título de o maior colecionador de elefantes do País."

Das centenas de elefantes do entrevistado, 80% são do exterior. E ele tem objetos de mais de 40 países. Mas, segundo ele, há uma regra pessoal para a compra das peças: nada de gastar mais do que vinte dólares com cada exemplar, e os objetos menores são os preferidos.

"Há algumas lojas, inclusive no exterior, que faço questão de passar para ver se encontro novidades. Quando me veem, os vendedores já sabem o que vender", diz com bom humor.

Mas nem todos os vendedores de bibelôs o reconhecem. Isso até rendeu uma boa história para o entrevistado.

"Certa vez, estive em São Paulo e entrei em uma loja para comprar elefantes. Uma moça perguntou se eu gostava muito dos objetos e quis me mostrar algo. Pegou a matéria feita por um jornal e disse que ficava imaginando o trabalho que a mulher daquele homem louco por elefantes tinha para limpar tudo. Ela não reconheceu que o homem do jornal era o que estava a sua frente", lembra-se.

Para algumas pessoas os elefantes são objetos místicos e simbolizam sorte. Contudo, Lima Verde aponta que sua coleção, que já virou sua marca registrada, é apenas um hobby inusitado. "É um prazer que eu tenho e que me distrai. Às vezes os pego, mudo de lugar, mostro para as pessoas, fico admirando...Há quem colecione obras de arte. Eu, elefantes".


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?Cada caneca uma história. E um país?

Acostumado a sempre viajar por causa da profissão, foi na China, em 2008, que o professor de kung fu e pilates Richard Leutz decidiu colecionar canecas: "Vi uma caneca bonita e a comprei.

Na volta da China, passei na Holanda e comprei a segunda. Então decidi montar uma coleção com exemplares de outros países, estados ou mesmo cidades, isso porque acredito que cada objeto desse simboliza uma história diferente, seja minha, ou do amigo que lembrou de mim em uma viagem".

Segundo o professor, aquele foi o início da coleção e o fim da paz dos amigos. Isso porque sempre que um amigo ou um aluno viaja ele não perde a oportunidade de pedir uma caneca do determinado destino como lembrança: "Eu acho que até perturbo meus alunos com isso, mas me sinto bem quando se lembram de mim", diz com bom humor.

Richard diz não saber exatamente o porquê de tal objeto o atrair, mas faz questão de deixar as canecas preferidas expostas na sala de casa para os visitantes. "A coleção é recente e tenho apenas uns 30 exemplares, mas pretendo ter uma de cada país e quantas eu puder das cidades brasileiras. Quando viajo é até engraçado, sempre me pego procurando por canecas".