11 de julho de 2026
Regional

Vereador pede que gravação seja enviada ao promotor para apurar se há contradição


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O vereador Fernando Frederico (PMDB) pediu ontem a cópia da gravação para encaminhar ao Ministério Público. Ao ouvir o depoimento de Reginato Júnior, o peemedebista afirma que a viagem a São Paulo na sede da Consladel foi confirmada para falar com o empresário Jorge Moura na companhia de Ricardo Franceschi.


Frederico disse também que no depoimento o ex-diretor confirma tanto o pedido de dinheiro como o e-mail enviado inicialmente ao vereador José Carlos Zanatto.


Frederico aponta que nos depoimentos de integrantes da prefeitura na Comissão Especial de Inquérito (CEI) ninguém conhecia os donos da Consladel antes da eleição. “A reunião com o dono da Consladel ocorreu dois anos antes da a prefeitura celebrar o contrato com a prefeitura. Diante disso, é preciso que tudo seja esclarecido”, declara o vereador.

 

 

Induzido a erro


O vereador Paulo de Tarso Nuñes Chiode (PV) declarou que os demais companheiros de Câmara foram induzidos a erro com a denúncia sobre suposta propina levada a público na reunião ordinária do Legislativo da semana passada. “Até onde entendi, o que houve foi uma solicitação de recursos partidário”, minimizou o vereador.


De acordo com ele, quem sustenta o partido não são contribuições pessoais dos políticos, mas doações.


O parlamentar citou que a contribuição partidária é legal e com direito até a abatimento no Imposto de Renda. “Isso é viável”, explicou.