Brasília - A Polícia Civil do Distrito Federal apura se houve erro ou negligência médica na morte do filho de 13 anos do presidente da Embratur, Flávio Dino, após um ataque de asma ontem.
Segundo a direção do hospital Santa Lúcia, o estudante Marcelo Dino possuía asma crônica e teve uma crise durante uma atividade física na escola, na manhã de segunda-feira, chegando a perder a consciência.
Marcelo Dino passou a noite consciente e por volta das 6h “foi verificado quadro súbito de piora de oxigenação”, que levou à morte do estudante cerca de uma hora depois.
Segundo o boletim de ocorrência feito por um irmão de Flávio Dino, Marcelo havia tomado um remédio para asma cerca de 15 minutos antes de sofrer o último ataque, mas os familiares não souberam dizer à polícia se aquela era a primeira vez que a medicação era usada.
A família reclamou ainda à polícia que houve uma demora para o atendimento médico no ataque ocorrida de manhã, além de um atraso para a liberação do remédio.