08 de julho de 2026
Bairros

Basquete: Divisor de águas

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

O Itabom/Bauru tem uma partida que pode começar a definir por qual bloco de classificação aos playoffs do Novo Basquete Brasil (NBB) o time vai lutar. A equipe bauruense encara o Paulistano hoje, às 2

h, em São Paulo, em jogo antecipado da 26ª rodada, em função da participação do Itabom na Liga das Américas. Os dois times têm 32 pontos e os bauruenses levam vantagem no aproveitamento: venceram 13 vezes em 19 jogos (68,4%) e o time da Capital ganhou 12 de 2

partidas (6

%). A vitória é considerada pelo técnico Guerrinha importante para o Bauru seguir pleiteando as primeiras colocações e conquistar a vantagem nas séries eliminatórias do Nacional. 

 

O treinador vê a briga aberta entre os oito primeiros colocados. No entanto, avalia que o duelo desta noite e a partida contra Limeira (no dia 1 de março) são fundamentais para que a equipe se situe em uma posição privilegiada para terminar entre os primeiros. “Se ganharmos do Paulistano e de Limeira, começamos a pensar de sexto lugar para cima”, observa. “Se ganhar de Brasília, aqui, vamos pensar de quinto para cima. Se ganhar de Uberlândia lá, de quarto para cima. Então, o campeonato vai ser assim o tempo todo para todo mundo”, complementa.

 

Guerrinha considera que os elencos paulistano e bauruense têm o mesmo nível e lembra que o time da Capital conta, no momento, com um número maior de jogadores para o revezamento, já que o ala/pivô Pilar segue desfalcando o Itabom por causa de contusão. Além disso, o Paulistano tem o reforço do ala Alex, ex-Bauru. “Eles estão jogando com um maior número de jogadores e têm o retorno do Alex, que não jogou no primeiro turno. Eles têm um grupo, em termos de plantel, igual ao de equipes intermediárias, que estão brigando. Igual a gente, Limeira, São José, Uberlândia...”, considera. “A gente vê que tem três equipes com plantel acima: Pinheiros, Flamengo e Brasília. Franca era para estar entre as quatro primeiras, em termos de plantel. Mas o campeonato tem mostrado que a dinâmica tem sido outra”, comenta.

 

 

 

Mesmo jogo

 

Guerrinha aponta que os times têm estilos parecidos e fazem o “mesmo jogo”. “É uma equipe que tem um trabalho muito legal tático, variações de defesa, um rodízio muito grande dos jogadores, joga bem agressivo, procurando um jogo de intensidade. É muito parecido com o nosso time. Só não temos o mesmo número de jogadores que eles têm para fazer o rodízio”. A chave para a vitória é jogar de forma inteligente. “Temos que fazer um jogo com energia e inteligência para sair com a vitória de lá. Vai ser um jogo muito duro”, projeta.