A chegada de 2012 multiplicou as especulações sobre uma catástrofe global e o fim do mundo. Tudo como resultado das previsões de um tal "calendário maia", com desfecho para o dia 21 de dezembro deste ano, indicando a mudança de uma era, interpretada por muitos como sendo o apocalipse final.
Com isto, os próximos meses prometem muitas discussões sobre o risco de um colapso do nosso planeta e das diferentes profecias que vaticinam sobre qual deverá ser o destino do nosso habitat natural, tão devastado por seus habitantes, que se portam como verdadeiros predadores por conta da ganância do lucro excessivo e da péssima divisão de renda de muitos, onde se mede as pessoas pela quantidade de bens que possuem, não pelo seu caráter. Disse alguém com propriedade que "mais vale um bom homem a cavalo do que um mau homem de avião". Alguém opinou que no futuro, até que lugar haverá para todos, mas e o oxigênio?
Enfim, este será o cenário ideal para incutir medo, ansiedade e insegurança na agenda de muita gente. Sem falar de Hollywood, a capital do cinema, que bate recordes de bilheteria explorando cada vez mais este tema polêmico quase sempre de maneira distorcida e com uma certa dose de exagero.
A imprensa falada, escrita e televisada, cumprindo seu papel, também indica o aumento da construção de abrigos antinucleares e a retirada de famílias (especialmente as mais afortunadas) para regiões tidas como neutras em caso de tragédias globais e descontrole ambiental. As coisas no terreno econômico, político, social e religioso vão de mal a pior. Disse alguém que a escala de valores morais está decididamente de cabeça para baixo, a violência e a traição estão na ordem do dia. O povo está como que se preparando para o pior.
Por outro lado, é interessante observar como cada vez mais as pessoas se envolvem nessas discussões e especulações, quando a verdade é tão simples, clara e acessível. As escrituras sagradas (a Bíblia) apresentam os sinais, os tempos, as profecias e as suas interpretações de maneira clara e inequívoca. Por que então acreditar em um "calendário" quando temos nas mãos as profecias verdadeiras? Que, aliás, já provou a que veio, a arqueologia nos tem surpreendido cada vez mais provando sua veracidade, disse alguém que "o fato de alguém não crer isto não altera a realidade".
A verdade é que as pessoas estão como que acuadas, carentes, tentando se apegar a algo que lhes traga segurança. Aí está o cenário ideal para apresentarmos o caminho que afasta o medo e traz a verdadeira esperança.
Coincidências à parte, a verdadeira esperança está naquele em que a cristandade de todo o mundo comemora seu aniversário de nascimento como sendo no dia 25 de dezembro, ou seja, quatro dias após a previsão do tal calendário. Sim, aquele que disse eu sou o caminho, a verdade e a vida, eu sou a porta, disse ele, se alguém entrar por mim será salvo (João 10:9), na casa de meu pai ("Deus") há muitas moradas, vou preparar-vos lugar, eis que estou à porta e bato, se alguém ouvir a voz, e abrir entrarei em sua casa, cearei com ele, e ele comigo, a porta a que ele se refere é a porta do nosso coração (que só tem trinca por dentro). Disse mais, quem crer e for batizado será salvo, quem não crer será condenado. Abramos-lhe, pois, a porta do nosso coração, e como diz uma música que ouvi esses dias, "pode cair o mundo, estou em paz", pois ele ainda disse: Aquele que crê em mim (segundo as profecias da Bíblia) ainda que esteja morto viverá.
Que esta seja a (única) esperança, minha e a do prezado leitor!!!
Ranulfo P. Marinho