09 de julho de 2026
Cultura

Tradição levará 11 alas para desfile

Mariana Cerigatto
| Tempo de leitura: 2 min

Quioshi Goto

Os últimos ensaios da Tradição, que encerra desfile no Sambódromo, vão acontecer hoje

Com a intenção de homenagear o “rei dos animais“, a escola de samba Tradição da Zona Leste é uma das agremiações que promete levar a maior quantidade de alas para o Carnaval 2

12 no Sambódromo. Serão 11 alas, que vão retratar de diferentes formas o símbolo da escola, que é o leão.

 

A Tradição é quem vai encerrar o desfile no último dia de Carnaval. A previsão é de que a agremiação ingresse na avenida por volta da 1h2

, já na madrugada da terça-feira, após o bloco especial Unidos do Jardim Petrópolis desfilar.

 

Cerca de 5

integrantes e dois carros alegóricos vão passar pela passarela e mostrar todo o gingado do samba com o enredo “Majestosa Criatura de Poder Nobre e Soberano, das épocas históricas à realidade me encantei, na Tradição, eu sou o Rei”. Uma das alas vai exibir 7

crianças com belas fantasias, representando os gregos e romanos, povos que tiveram o leão como símbolo na era medieval.

 

 “Queremos retratar o leão dentro de seu significado mitológico, do circo, a partir de seu aspecto astrológico, entre vários outros que ele assume”, disse Francisco Carlos Saes, o Chiquinho, presidente da escola. “A intenção é retratar o leão e exaltá-lo, como rei e soberano”, acrescentou.

 

Os sambistas da escola do Mary Dota farão um de seus últimos ensaios hoje, a partir das 2

h, na quadra ao lado da Legião da Boa Vontade (LBV). “Nós não temos um espaço próprio ainda e justamente por esse fator podemos medir a dedicação dos integrantes da escola, que se deslocam para a quadra, transportam os instrumentos e itens necessários. Através disso, nós percebemos o quanto as pessoas gostam da escola e lutam por ela com muita garra”, enfatizou Francisco. 

 

 

 

Nota 1

 

Classificada em terceiro lugar no Carnaval 2

11, a diretoria da Tradição da Zona Leste faz questão de ressaltar a boa avaliação que a escola recebeu o ano passado, mesmo não tendo sido classificada como campeã. “Em 2

11, fomos muito bem avaliados em vários quesitos. Estamos com tudo para desfilar novamente e mostrar nossa qualidade, nossa criatividade e originalidade”, afirmou Chiquinho. 

 

A bateria da Tradição, por exemplo, recebeu nota máxima o ano passado e promete manter a qualidade este ano. A coreografia comissão de frente, de Priscila Roberta, também obteve boa avaliação o ano passado e promete arrancar elogios dos jurados novamente.

 

Outros destaques ficam para o mestre-sala e porta-bandeira, os irmãos Denílson e Denise, premiados quatro vezes com Tamborim de Ouro e um Estandarte de Ouro.