O grande Celso Amorim, aquele que, enquanto ministro das Relações Exteriores, ficou de quatro para o cocaleiro Evo Morales, no episódio Petrobras, e hoje travestido de ministro da Defesa, decidiu, sem amparo legal junto aos três comandantes militares, punir os 100 oficiais que assinaram o manifesto "Alerta à Nação - eles que venham, aqui não passarão". A punição varia, segundo informação, de simples advertência até a exclusão da força. Lógico que falta coragem para essa turma que nos governa impor a punição máxima; para eles seria o ideal.
Com o soldo dos oficiais excluídos, eles distribuiriam mais 100 bolsas-ditadura para aqueles cidadãos que há três décadas fizeram investimento de longo prazo no "patriotismo".
Humberto de Luna Freire Filho, médico